1º Encontro Brasileiro
sobre Políticas Afirmativas na
Pós-graduação em Saúde Coletiva
  • INSCRIÇÃO
  • SUBMISSÃO DE TRABALHOS
  • SUBMISSÃO DE TRABALHOS

    O AFIRMAÇO receberá resumos de trabalhos a serem apresentados durante o evento, de forma remota ou presencial, com certificação. É imprescindível a presença (física ou remota) de pessoa responsável pela autoria do trabalho para que o certificado seja liberado após a realização do encontro. 

    Cada participante poderá submeter no máximo dois resumos. Não há limite para participação em coautoria de trabalhos inscritos por outras pessoas.

     Para submeter os trabalhos é necessário, primeiramente, efetuar a inscrição. A responsabilidade pela apresentação do trabalho é um(a) autor(a) do trabalho que esteja devidamente inscrito(a). Em caso de dúvidas, favor enviar uma mensagem para o e-mail projetoafirmae@gmail.com até 27 de setembro de 2025.

    DATAS E PRAZOS IMPORTANTES

    • Data limite para envio de trabalhos para os ebós: 21/09/2025
    • Divulgação do resultado da avaliação: a partir de 24/09/2025
    • Prazo para mudança de autor responsável: até 27/09/2025
    • Divulgação do dia e horário de apresentação dos trabalhos: A partir de 30/09/2025

     

    MODALIDADES DE APRESENTAÇÃO

    Todos os trabalhos aprovados serão apresentados em sessões temáticas, facilitadas por moderadores e dinamizadas em rodas de conversa. Todas as apresentações terão duração de 5 minutos. Serão realizadas rodas de conversa presenciais e remotas, separadamente. As apresentações presenciais deverão ser pautadas prioritariamente pela oralidade, ainda que seus responsáveis possam trazer materiais de apoio (não haverá equipamento audiovisual ou apresentação de slides!). As apresentações remotas, poderão recorrer a materiais visuais, se necessário, porém também deverão ser pautadas prioritariamente pela oralidade. O respeito ao tempo de 5min de apresentação será firmemente observado, de forma a viabilizar a discussão dos trabalhos apresentados. Portanto, recomenda-se fortemente o preparo e ensaio anterior dxs apresentadorxs. 

    EBÓS DE SABERES (EIXOS TEMÁTICOS)

    Ebó é um ritual de origem yorubá que consiste em uma oferenda ou troca de elementos com os Orixás, dentre outros, com os objetivos de equilibrar forças e transformar/superar dificuldades. Assim, o “ebó de saberes” pretende ser um espaço equilibrado de trocas científicas e artísticas, visando a “trans-forma-ação” do espaço acadêmico nos programas de PGSC. Incentivamos, nas apresentações, as intersecções de gênero, raça, classe, território, dialogando com as contribuições dos feminismos negros, transfeminismos, ancestralidades, dentre outros saberes.

    Autoras e autores de trabalhos deverão informar o ebó que mais os caracterizam e, se aprovados, passarão a integrar o Coletivo Temático (CT) correspondente. Os coletivos temáticos irão se reunir nas apresentações do ebó de saberes e também em um momento dirigido à redação de uma carta-manifesto, a ser lida no final do AFIRMAÇO. Assim, os CTs  permitirão o aprofundamento da reflexão crítica, dialógica, processual e compartilhada do seu tema central. 

    Serão bem-vindas diferentes manifestações acadêmicas e artísticas, visando gerar experiências sensíveis a partir do uso de diferentes linguagens que promovam aberturas e reflexões a respeito dos temas abordados no CT. Assim, são incentivadas diferentes formas de produção, expressão, comunicação do conhecimento e de experiências, visando ampliar a pluralidade dos modos como os participantes podem se relacionar aos temas dos CTs. 

    Os  ebós de saberes são:

    Ebó 1 – Desafios e experiências da população negra, indígena, quilombola e das águas nos espaços formativos 

    Propõe um diálogo crítico sobre as ações afirmativas no ensino superior, com ênfase na pós-graduação. O encontro promoverá o debate sobre as trajetórias de estudantes negros, quilombolas, indígenas e ribeirinhos, evidenciando os desafios enfrentados para o acesso, a permanência e o êxito acadêmico. A discussão abordará o racismo institucional e outras formas de opressão presentes nos processos de formação, especialmente na área da saúde, além das estratégias individuais e coletivas adotadas para enfrentá-los. Serão incentivadas reflexões sobre distanciamentos, tensões e aproximações entre os territórios geográficos e existenciais das comunidades de origem dos estudantes e os territórios e lógicas da universidade. Outro eixo importante será o diálogo entre saberes tradicionais e científicos, buscando valorizar a diversidade epistêmica nos espaços acadêmicos. Espera-se, ainda, apontar caminhos para uma formação antirracista e intercultural, que fortaleça a articulação entre experiências vividas, saberes ancestrais e práticas acadêmicas, promovendo escuta, reflexão e valorização das diferenças nos processos formativos.

    Ebó 2 – Desafios e experiências  de pessoas com deficiência, com interdependências complexas e/ ou neurodivergentes nos espaços formativos

    Propõe uma escuta qualificada sobre os atravessamentos vividos por estudantes cujos corpos e modos de existência desafiam as normatividades acadêmicas. O encontro abordará as ações afirmativas voltadas à pós-graduação, com foco na acessibilidade e na permanência de pessoas com deficiência, neurodivergentes ou em contextos de interdependência. A discussão se concentrará nas formas sutis e estruturais do capacitismo e estratégias de sua superação presentes nos processos formativos — especialmente na área da saúde — e nas consequências desse regime de exclusão sobre a subjetividade, o desempenho e a permanência estudantil. Serão problematizadas as lacunas na formação de profissionais, especialmente na área da saúde, para uma formação e atenção integral, inclusiva e comprometida com a diversidade funcional e cognitiva. Outro eixo relevante será a valorização das chamadas epistemologias aleijadas — saberes produzidos a partir das experiências de corpos dissidentes — e o papel da produção artística como linguagem política e estética desses sujeitos. A roda convida à reflexão sobre como as instituições acadêmicas podem ser tensionadas e transformadas por essas presenças, reconhecendo a legitimidade de modos plurais de aprender, ensinar e produzir conhecimento, em direção a uma universidade verdadeiramente inclusiva, crítica e interdependente.

    Ebó 3 – Desafios e experiências na incidência política nos espaços formativos: o papel dos coletivos formais e informais

    Propõe um espaço de diálogo sobre o protagonismo estudantil na construção de uma universidade mais plural, crítica e comprometida com a justiça social. A partir da perspectiva das ações afirmativas na pós-graduação, o debate se concentrará nas estratégias de aquilombamento e organização coletiva de estudantes negros, indígenas, LGBTQIA+, com deficiência e de outros grupos historicamente marginalizados. Serão discutidas as formas pelas quais coletivos formais e informais vêm transformando o ensino, a pesquisa e a extensão no campo da Saúde Coletiva, tensionando hierarquias institucionais e introduzindo práticas de cuidado, escuta e resistência. A roda destacará a relevância da produção de saberes críticos fora da sala de aula, promovendo espaços autogestionados de formação política, apoio mútuo e construção de pertencimento. Também serão compartilhadas experiências de enfrentamento ao autoritarismo institucional e às múltiplas matrizes de opressão — como racismo, capacitismo, LGBTfobia e colonialismo — que atravessam os percursos formativos. A conversa pretende visibilizar a potência dos coletivos como espaços de incidência política, reinvenção das formas de existir na universidade e fortalecimento de redes de solidariedade que transformam práticas acadêmicas e institucionais.

    Ebó 4 – Desafios e experiências  relacionados a sexualidades, gêneros,  mulheridades e maternidades nos espaços formativos

    Propõe uma reflexão crítica sobre as múltiplas formas de exclusão e resistência vivenciadas por estudantes cujas trajetórias são marcadas por identidades de gênero dissidentes e experiências de mulheridade. O encontro se dedicará à análise das ações afirmativas na pós-graduação e às dificuldades enfrentadas por mulheres — especialmente negras, periféricas e mães — para permanecerem e se afirmarem nos espaços acadêmicos. Serão discutidas as experiências de maternidade na pós-graduação e as formas de invisibilização das maternidades subalternizadas. Outro eixo central será a afirmação das corporalidades dissidentes como lugares legítimos de produção de conhecimento, desestabilizando as normatividades que ainda regem os ambientes acadêmicos. A conversa também abordará os desafios enfrentados por mulheres lésbicas, bissexuais e trans, bem como por homens trans, na formação em saúde, além das barreiras de acesso e permanência de pessoas LGBTQIA+ na pós-graduação. A partir de uma perspectiva interseccional, serão debatidas as relações entre gênero, raça, saúde mental e evasão escolar, com foco na construção de estratégias de acolhimento e políticas públicas afirmativas. A roda pretende promover escuta ativa e articulação coletiva, valorizando a diversidade e contribuindo para a construção de espaços acadêmicos mais justos, inclusivos e transformadores.

    Ebó 5 – Desafios e experiências  de imigrantes e estrangeiros nos espaços formativos

    Propõe uma reflexão crítica sobre os percursos de estudantes migrantes e refugiados no ensino superior, com ênfase na pós-graduação em Saúde Coletiva. O encontro abordará os desafios de acesso, permanência e reconhecimento acadêmico enfrentados por esses sujeitos, cujas trajetórias são atravessadas por deslocamentos forçados e por barreiras linguísticas, culturais e institucionais. Serão discutidas as limitações das ações afirmativas quando desvinculadas de uma abordagem interseccional que considere as dinâmicas de racismo, xenofobia e colonialidade presentes nos ambientes universitários. A roda também abrirá espaço para o compartilhamento de experiências de acolhimento — ou da ausência dele — nos serviços de saúde e nos espaços de formação, problematizando as políticas públicas voltadas à população migrante. Outro eixo central será a valorização das narrativas migrantes como parte legítima da produção científica, reconhecendo as marcas do deslocamento e do pertencimento na constituição de saberes situados. Por fim, o debate será atravessado pela perspectiva de uma educação crítica e decolonial, que enfrente a xenofobia acadêmica e promova práticas de escuta, hospitalidade e transformação institucional, reconhecendo estudantes imigrantes como agentes legítimos de produção de conhecimento e de incidência política.

    Ebó 6 – Desafios e experiências institucionais de implementação, avaliação e/ou consolidação das políticas afirmativas nos espaços formativos

    Propõe um debate aprofundado sobre os caminhos, impasses e possibilidades das ações afirmativas na pós-graduação, com ênfase na área da Saúde Coletiva. A partir de uma perspectiva crítica e interseccional, o encontro discutirá como desigualdades estruturais — atravessadas por raça, gênero, classe, território e deficiência — se manifestam e se reproduzem nas instituições de ensino, mesmo diante da existência de políticas inclusivas. Serão abordadas as formas pelas quais o pacto da branquitude atua como obstáculo à transformação institucional e à efetiva pluralização dos saberes. Nesse sentido, serão bem-vindos relatos sobre tensões e desafios enfrentados na promoção da diversidade nos programas de pós-graduação, bem como os avanços conquistados na implementação das ações afirmativas. Nesse contexto, o debate incluirá a urgência de reformulações curriculares e da adoção de abordagens pedagógicas centradas nos sujeitos do processo ensino-aprendizagem, que valorizem os saberes situados e reconheçam a diferença como princípio formativo. As experiências de encontro — nem sempre harmônicas — entre saberes acadêmicos, populares e tradicionais serão analisadas como campo fértil de resistência e reexistência. Por fim, a roda buscará projetar futuros possíveis e desejáveis para as ações afirmativas, compreendidas como políticas estruturantes de justiça cognitiva, inclusão epistêmica e transformação radical das práticas educativas e institucionais.

     

    CATEGORIAS

    Pessoas interessadas em apresentar seus trabalhos no AFIRMAÇO devem escolher um dos seguintes formatos de apresentação: 

     

    • Relato de Pesquisa: destinada a trabalhos originais que apresentem uma pergunta de investigação, metodologia científica definida e análise crítica dos resultados, sempre articulando o conteúdo ao tema escolhido no Encontro.

     

    • Relato de Experiência: destinada à sistematização de experiências vivenciadas na formação, com ênfase na reflexão crítica sobre os impactos, aprendizados e/ou aplicabilidade da vivência, sempre articulando o conteúdo ao tema escolhido no Encontro.

     

    • Produção Artística: destinada a propostas que utilizem linguagens artísticas para comunicar saberes, práticas de cuidado, formulação de políticas ou vivências no campo da formação, sempre articulando o conteúdo ao tema escolhido no Encontro. Os mesmos limites técnicos e de tempo para a apresentação remota ou presencial relativos às outras categorias também serão aplicados neste formato de apresentação.

     

    ESTRUTURA DOS RESUMOS DE ACORDO COM A CATEGORIA ESCOLHIDA

     

    Resumo de Relato de Pesquisa


    Título: deve ser objetivo, conciso e informativo. O campo deve ser preenchido com LETRAS EM CAIXA ALTA e conter até 170 caracteres, considerando os espaços. Autores/as: informar nome completo, nome em formato para referência e filiação institucional. Primeiro deve ser informado o/a autor/a principal e, em seguida, se houver, o(s)/a(s) coautor(es)/a(s). Máximo de 10 (dez) autores/as. Cada pessoa listada como autor(a) dos trabalhos deve ter: (1) contribuições substanciais para a concepção ou delineamento do estudo; ou a aquisição, análise ou interpretação dos dados do trabalho; (2) participação na elaboração do resumo; (3) aprovação final da versão do resumo a ser publicada; (4) concordância em ser responsável por todos os aspectos do trabalho, no sentido de garantir que as questões relacionadas à exatidão ou à integridade de qualquer parte da obra sejam devidamente investigadas e resolvidas. Os autores e autoras devem ter confiança na integridade das contribuições de todos os demais. Resumo: Os tópicos a seguir são obrigatórios e possuem campos específicos para preenchimento. Esses campos não devem ser preenchidos com letras em caixa alta. Entre parêntesis, estão o número máximo de caracteres de cada campo, incluindo os espaços.

     Título (170) Apresentação/Introdução (400) Objetivos (250) Metodologia (700) Resultados (700) Conclusões/Considerações finais (450)

    Gráficos, tabelas, imagens e lista de referências bibliográficas não poderão ser incluídos.

    Eixo temático prioritário: é obrigatória a seleção de um dos eixos da relação disponível.

    Eixo temático secundário: caso o resumo possa ser considerado em outro eixo, a pessoa responsável pela submissão poderá indicar um eixo temático secundário.

    Fonte(s) de financiamento: crédito a órgãos financiadores da pesquisa, se pertinente.

    Conflito de interesses: Os/as autores/as devem informar qualquer potencial conflito de interesse, incluindo interesses políticos e/ou financeiros associados a patentes ou propriedade, provisão de materiais e/ou insumos e equipamentos utilizados no estudo pelos fabricantes. Veja as orientações constantes no item específico destas regras.

     

    Resumo de Relato de Experiência


    Título: deve ser objetivo, conciso e informativo. O campo deve ser preenchido com LETRAS EM CAIXA ALTA e conter até 170 caracteres, considerando os espaços. Autores/as: informar nome completo, nome em formato para referência e filiação institucional. Primeiro deve ser informado o/a autor/a principal e, em seguida, se houver, o(s)/a(s) coautor(es)/a(s). Máximo de 10 (dez) autores/as. Cada pessoa listada como autor(a) dos trabalhos deve ter: (1) contribuições substanciais para a concepção ou delineamento do estudo; ou a aquisição, análise ou interpretação dos dados do trabalho; (2) participação na elaboração do resumo; (3) aprovação final da versão do resumo a ser publicada; (4) concordância em ser responsável por todos os aspectos do trabalho, no sentido de garantir que as questões relacionadas à exatidão ou à integridade de qualquer parte da obra sejam devidamente investigadas e resolvidas. Os autores e autoras devem ter confiança na integridade das contribuições de todos os demais. Resumo: Os tópicos a seguir são obrigatórios e possuem campos específicos para preenchimento. Esses campos não devem ser preenchidos com letras em caixa alta. Entre parêntesis, estão o número máximo de caracteres de cada campo, incluindo os espaços.

     Título (170) Período de realização (100) Objeto da experiência (150) Objetivos (300) Descrição da experiência (500) Resultados (500) Aprendizado e análise crítica (500) Conclusões e/ou recomendações (450)

    Indicar o período de realização, considerando que não serão aceitas experiências concluídas há mais de três anos.

    Gráficos, tabelas, imagens e lista de referências bibliográficas não poderão ser incluídos.

     Eixo temático prioritário: é obrigatória a seleção de um dos eixos da relação disponível.

    Eixo temático secundário: caso o resumo possa ser considerado em outro eixo, a pessoa responsável pela submissão poderá indicar um eixo temático secundário.

    Fonte(s) de financiamento: crédito a órgãos financiadores da pesquisa, se pertinente.

    Conflito de interesses: Os/as autores/as devem informar qualquer potencial conflito de interesse, incluindo interesses políticos e/ou financeiros associados a patentes ou propriedade, provisão de materiais e/ou insumos e equipamentos utilizados no estudo pelos fabricantes. Veja as orientações constantes no item específico destas regras.

     

    Resumo de Produção Artística

    Título: deve ser objetivo, conciso e informativo. O campo deve ser preenchido com LETRAS EM CAIXA ALTA e conter até 170 caracteres, considerando os espaços. Autores/as: informar nome completo, nome em formato para referência e filiação institucional. Primeiro deve ser informado o/a autor/a principal e, em seguida, se houver, o(s)/a(s) coautor(es)/a(s). Máximo de 10 (dez) autores/as. Cada pessoa listada como autor(a) dos trabalhos deve ter: (1) contribuições substanciais para a concepção ou delineamento da intervenção artística; ou a aquisição, análise ou interpretação dos dados do trabalho; (2) participação na elaboração do resumo; (3) aprovação final da versão do resumo a ser publicada; (4) concordância em ser responsável por todos os aspectos do trabalho, no sentido de garantir que as questões relacionadas à exatidão ou à integridade de qualquer parte da obra sejam devidamente investigadas e resolvidas. Os autores e autoras devem ter confiança na integridade das contribuições de todos os demais. No ato da submissão do resumo, o participante deverá especificar qual é a linguagem adotada e o modo como será realizada, conforme opções constantes no item 3.3 destas regras. Ressalta-se que devem constar no resumo os materiais (formatos e suportes necessários) referentes à modalidade de apresentação escolhida e ao tempo de necessário para apresentação. Resumo: Os tópicos a seguir são obrigatórios e possuem campos específicos para preenchimento. Esses campos não devem ser preenchidos com letras em caixa alta. Entre parêntesis, estão o número máximo de caracteres de cada campo, incluindo os espaços.

     Título (170) Período de realização (caso já tenha sido realizada anteriormente) (100) Objeto da produção ou intervenção artística (150) Objetivos (300) Descrição da produção ou intervenção artística (500) Resultados (atingidos ou esperados) (500) Análise crítica da produção (500) Considerações finais (450)

    Indicar o período de realização, considerando que não serão aceitas experiências concluídas há mais de três anos.

    Gráficos, tabelas, imagens e lista de referências bibliográficas não poderão ser incluídos.

     Eixo temático prioritário: é obrigatória a seleção de um dos eixos da relação disponível.

    Eixo temático secundário: caso o resumo possa ser considerado em outro eixo, a pessoa responsável pela submissão poderá indicar um eixo temático secundário.

    Fonte(s) de financiamento: crédito a órgãos financiadores da pesquisa, se pertinente.

    Conflito de interesses: Os/as autores/as devem informar qualquer potencial conflito de interesse, incluindo interesses políticos e/ou financeiros associados a patentes ou propriedade, provisão de materiais e/ou insumos e equipamentos utilizados no estudo pelos fabricantes. Veja as orientações constantes no item específico destas regras.

     

    CRITÉRIOS E PONTUAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DE RESUMOS  

     

    CRITÉRIO PONTOS TOTAIS
    Relação com a PG (parcial ou integral) 2
    Organização, capacidade de síntese e clareza da redação do resumo 2
    Coerência entre os elementos do resumo (objetivos, metodologia, resultados, etc) 2
    Relevância, aprendizado e análise crítica da experiência para o tema do Encontro 4

     

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